domingo, 31 de março de 2024

RITCHIE BLACKMORE (1970-1978)

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01 - (1970) Deep Purple - In Rock [****]
02 - (1971) Deep Purple - Fireball [***]
03 - (1972) Deep Purple - Machine Head [****]
04 - (1972) Deep Purple - Made In Japan - Live [****]
05 - (1973) Deep Purple - Who Do We Think We Are [**1/2]
06 - (1974) Deep Purple - Burn [***]
07 - (1974) Deep Purple - Stormbringer [**1/2]
08 - (1975) Deep Purple - Made In Europe - Live [***1/2]

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09. (1975) Rainbow - Ritchie Blackmore's Rainbow [***]
10. (1976) Rainbow - Rising (1976) [****]
11. (1977) Rainbow - On Stage LIVE 76 [****]
12. (1978) Rainbow - Long Live Rock ' n ' Roll [***]

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Baterias: Ian Paice (01-08).
Teclados: Jon Lord (01-08).
Guitarras: Ritchie Blackmore.
Baixos: Roger Glover (01-05) ; Glenn Hughes (06-08).
Vocais: Ian Gillan (01-05) ; David Coverdale & Glenn Hughes (06-08).

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Vocais: Ronnie James Dio (09-12).
Guitarras: Ritchie Blackmore.
Baterias: Gary Driscoll (09) , Cozy Powell (10-12).
Teclados: Micky Lee Soule (09) , Tony Carey (10-11) , David Stone (12).
Baixos:  Craig Gruber (09) ,  Jimmy Bain (10-11) , Bob Daisley (12).

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JUDAS PRIEST (1974-2024)


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01 - (1974) Rocka Rolla [***]
02 - (1976) Sad Wings of Destiny [****]
03 - (1977) Sin After Sin [****]
04 - (1978) Stained Class [****]
05 - (1978) Killing Machine [***1/2]
06 - (1979) Unleashed In The East [****]

07 - (1980) British Steel [***1/2]
08 - (1981) Point of Entry [*]
09 - (1982) Screaming for Vengeance [***1/2]
10 - (1984) Defenders of the Faith [***1/2]
11 - (1986) Turbo [*]
12 - (1987) Priest... Live! [**]
13 - (1988) Ram It Down [**]

14 - (1990) Painkiller [****]

15 - (1997) Jugulator [***]
16 - (1998) 98 Live Meltdown [***]
17 - (2001) Demolition [*]
18 - (2003) Live in London [*]

19 - (2005) Angel of Retribution [**]
20 - (2008) Nostradamus [**]
21 - (2014) Redeemer of Souls [**]
22 - (2018) Firepower [***1/2]
23 - (2024) Invincible Shield [***1/2]

VOZ: Rob Halford [01-14][19-23] ; Tim Owens [15-18].
GUITARRA: K.K. Downing [01-20] ; Richie Faulkner [21-23].
GUITARRA: Glenn Tipton.
BAIXO: Ian Hill.
BATERIA: John Hinch [01] ; Alan Moore [02] ; Simon Phillips [03] ; Les Binks [04-06] ; Dave Holland [07-13] ;  Scott Travis [14-23].

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sexta-feira, 22 de março de 2024

SAVATAGE (1983-2001)

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ÁLBUNS:


1983 Sirens [**1/2]
1985 Power Of The Night [**1/2]
1986 Fight for The rock [*]

1987 Hall Of The Mountain King [***1/2]
1989 Gutter Ballet [***1/2]
1991 Streets: A Rock Opera [***1/2]
1993 Edge Of Thorns [***1/2]

1994 Handful Of Rain [***]
1995 Dead Winter Dead [***1/2]
1997 The Wake Of Magellan [****]
2001 Poets and Madmen [****]

PESSOAL:

- Jon Oliva: Vozes & Teclados (01-11). 
Exceção: Não toca em 07! 
Exceção: Toca todos os instrumentos (exceto os solos de guitarra) em 08!

- Zachary Stevens: Vozes (07-10).
- Criss Oliva: Guitarras SOLO (01-07).
- Alex Skolnick: Guitarras (08).
- Al Pitrelli: Guitarras SOLO (09-11).
- Chris Caffery: Guitarras (05) , Guitarras (09-11) , Guitarras SOLO (11).
- Keith Collins: Baixos (01-02).
- Johnny Lee Middleton: Baixos (03-).
- Steve Wacholz: Baterias (01-08).
- Jeff Plate: Baterias (09-11).

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segunda-feira, 18 de março de 2024

THE ZONE OF INTEREST (2023)

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The Zone of Interest (2023)[105'][1.78:1][****]

Jonathan Glazer, cineasta britânico formado no teatro e nos videoclipes, construiu uma filmografia marcada pela parcimônia e pela recusa em se repetir. Desde sua estreia com o explosivo Sexy Beast, passando pelo melancólico e incompreendido Birth, até a experiência sensorial de Under the Skin, Glazer sempre demonstrou fascínio por personagens à deriva, isolados em bolhas emocionais, e por uma estética que privilegia a sugestão em detrimento da explicação . Em A Zona de Interesse, o diretor leva essas obsessões ao paroxismo ao aplicá-las ao contexto histórico mais documentado e traumático do século XX. Se antes a alienação era existencial, aqui ela se torna moral e cotidiana. Diferentemente de seus filmes anteriores, que ainda guardavam estruturas narrativas recognoscíveis, esta obra opera por acúmulo de detalhes banais, por repetição e pela recusa absoluta em mostrar o horror de maneira direta, criando uma experiência que desafia a categorização. O projeto levou dez anos para ser concretizado, período durante o qual Glazer realizou extensa pesquisa nos arquivos do Museu de Auschwitz, buscando reconstituir com precisão a vida doméstica dos perpetradores a partir de testemunhos de sobreviventes e de pessoas que trabalharam na residência dos Höss . Lançado em 2023, num mundo ainda convulsionado por conflitos identitários, crises migratórias e a normalização de discursos de ódio em diversas democracias, o filme ressoa como um aviso incômodo: o mal não habita apenas mentes monstruosas, mas se aninha confortavelmente no coração do lar, da família e da eficiência burocrática. Glazer, ao filmar o comandante de Auschwitz em seu jardim, não está apenas olhando para o passado; está perguntando, com uma câmera fixa e um ouvido atento, o que estamos normalizando hoje enquanto regamos nossas próprias flores, recusando a confortável ideia de que somos diferentes deles .

A trama, livremente inspirada no romance homônimo de Martin Amis, mas ancorada em figuras históricas reais após Glazer perceber que os personagens ficcionais o distanciavam do que verdadeiramente importava, acompanha o cotidiano do comandante Rudolf Höss (Christian Friedel) e sua família na casa dos sonhos que construíram ao lado do muro de Auschwitz . Enquanto Hedwig (Sandra Hüller), sua esposa, cultiva com orgulho um jardim exuberante, recebe amigas para café e veste casacos de pele confiscados das prisioneiras provenientes do "Kanada" — o depósito de bens roubados dos deportados — o espectador é assaltado por uma paisagem sonora aterrorizante que emana de trás do muro: tiros esporádicos, gritos abafados, o rugido constante dos fornos crematórios e o apito dos trens que chegam com novas levas de vítimas . O principal conflito dramático surge quando Höss é promovido e recebe a ordem de se transferir para Oranienburg, deixando a propriedade. Hedwig, que construiu ali o que chama de seu "paraíso", se recusa terminantemente a sair, pressionando o marido a implorar aos superiores para que ela e os filhos possam permanecer . A visita da mãe de Hedwig, que foge durante a noite horrorizada ao testemunhar de perto a realidade do campo, expõe ainda mais a monstruosidade da indiferença familiar. Paralelamente, inseridas em uma cinematografia térmica e noturna que registra calor em vez de luz, vemos uma jovem polonesa (inspirada em Aleksandra Bystroń-Kołodziejczyk, uma resistente real que Glazer conheceu pessoalmente quando ela tinha noventa anos) arriscar a vida todas as noites para deixar maçãs para os prisioneiros nos canteiros de obras... Os temas principais aqui são a burocratização da morte e a desumanização como pilar do bem-estar privado, exemplificados na figura de Rudolf, que aprova a construção de novos crematórios com a mesma frieza com que lê histórias para os filhos antes de dormir e, ao notar restos humanos no rio onde as crianças brincavam, preocupa-se mais em repreender os subordinados pela negligência do que com as vidas ali extinguidas .

A realização técnica de A Zona de Interesse é um exemplo paradigmático de como a forma pode não apenas servir ao conteúdo, mas constituí-lo. Glazer e o diretor de fotografia Łukasz Żal optaram por um estilo visual que o diretor descreveu como uma espécie de "Big Brother na casa nazista": câmeras fixas estrategicamente posicionadas em até dez pontos da residência, operando simultaneamente e sem qualquer equipe visível no set, permitindo que os atores improvisassem e experimentassem sem saber se estavam sendo filmados em close ou plano aberto . A imagem é quase clínica em sua observação da vida doméstica, utilizando apenas iluminação natural ou prática para evitar qualquer estetização de Auschwitz . Mas é na trilha sonora, concebida pelo sound designer Johnnie Burn, que o verdadeiro filme se desenrola. Burn passou um ano compilando um dossiê de seiscentas páginas sobre eventos relevantes em Auschwitz, testemunhos de sobreviventes e um mapa detalhado do campo para recriar com precisão documental a paisagem auditiva, incluindo a distância e os ecos apropriados dos sons de maquinário industrial, fornos crematórios, tiros da época, cachorros e até vozes humanas de dor — estas últimas inspiradas em gravações de protestos parisienses para simular as vítimas francesas que chegavam ao campo . O som é acusmático, ou seja, ouvimos sem ver a fonte, o que obriga nossa mente a completar as imagens do horror, tornando-nos cúmplices involuntários da imaginação do sofrimento alheio. As atuações de Friedel e Hüller são assustadoramente contidas, evitando qualquer maneirismo de vilania; são pessoas reais em sua trivialidade e falta de autoconsciência moral. A montagem de Paul Watts, diante de mais de oitocentas horas de material bruto, justapõe o idílio e o terror com sutileza cruel, enquanto as incursões da música experimental de Mica Levi surgem como choques abstratos que fraturam a superfície lisa do realismo, lembrando-nos que estamos diante de uma anomalia cinematográfica .

Em seu arremate, A Zona de Interesse oferece um dos momentos mais perturbadores do cinema recente ao transportar o espectador, sem aviso, para o Auschwitz museu dos dias de hoje. Vemos funcionários da limpeza varrendo o chão do que antes era uma câmara de gás e limpando vitrines que exibem montanhas de sapatos e malas das vítimas . Este coda final, que ecoa a imagem de Höss descendo as escadas em um vômito seco de angústia momentos antes, sugere que a "banalidade" pode ter dois lados: a rotina do crime e a rotina da memória. Jonathan Glazer, em seu discurso ao receber o Oscar, deixou claro que o filme não é sobre "olhem o que eles fizeram", mas sobre "olhem o que nós fazemos", alertando contra a apropriação do Holocausto para justificar ocupações e conflitos contemporâneos que produzem vítimas inocentes . O veredicto final do filme sobre seus personagens é o mais cruel possível: eles não são monstros trágicos, mas pessoas medíocres cujo maior pesar é terem que abrir mão do jardim, cuja humanidade foi deformada pela recusa em reconhecer a humanidade alheia . Ao fazer isso, Glazer impacta sua própria obra ao expandir seu universo temático para o campo da ética coletiva, mostrando que sua arte, antes vista como formalista e fria, pode ser o veículo mais potente para um humanismo às avessas. A Zona de Interesse não nos oferece catarse, mas um espelho. E o que vemos nele, por mais que tentemos limpar, nunca desaparece completamente, pois como o diretor mesmo afirmou, trata-se de reconhecer nossa semelhança com os perpetradores, não com as vítimas, e resistir à desumanização que ainda nos cerca.

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terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

"JOVENS" DIRETORES DO SÉCULO XXI

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IMAGEM COM 10 EXEMPLOS
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Diretores influentes no século 21 e que realizaram o primeiro grande filme do ano [2000] em diante (segundo o cânone vigente)...

[2000]

077. Apichatpong Weerasethakul [2002]
116. Lucrecia Martel [2001]
125. Bong Joon-ho [2003]
126. Céline Sciamma [2019]
164. Jia Zhangke [2000]
167. Pedro Costa [2000]
171. Christopher Nolan [2000]
175. Alfonso Cuarón [2001]
200. Barry Jenkins [2016]
206. Peter Jackson [2001]
216. Sofia Coppola [2003]
219. Kelly Reichardt [2008]
224. Nuri Bilge Ceylan [2002]
239. Michel Gondry [2004]

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Diretores influentes no século 21 e que realizaram o primeiro grande filme do ano [1990] em diante (segundo o cânone vigente)...

[1990]

030. Wong Kar-wai [1990]
059. Claire Denis [1999]
063. Paul Thomas Anderson [1997]
064. Quentin Tarantino [1992]
076. Lars von Trier [1996]
078. Béla Tarr [1994]
084. Michael Haneke [1997]
112. Tsai Ming-liang [1994]
121. David Fincher [1995]
132. Richard Linklater [1993]
146. Todd Haynes [1995]
148. Ang Lee [1997]
159. Wes Anderson [1998]
163. Gus Van Sant [1991]
168. Aleksandr Sokurov [1997]
184. Hirokazu Koreeda [1998]
187. Leos Carax [1991]
201. Lynne Ramsay [1999]
202. Jean-Pierre Dardenne & Luc Dardenne [1999]
215. Aki Kaurismäki [1990]

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Diretores influentes no século 21 e que realizaram o primeiro grande filme do ano [1980] em diante (segundo o cânone vigente)...

[1980]

031. Abbas Kiarostami [1987]
056. Hou Hsiao-hsien [1985]
066. Joel Coen & Ethan Coen [1984]
074. Hayao Miyazaki [1988]
075. Spike Lee [1989]
091. David Cronenberg [1983]
099. Pedro Almodóvar [1988]
189. George Miller [1981]
223. Kathryn Bigelow [1987]

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Essa listagem não leva em conta a idade do respectivo realizador ou a longevidade da sua carreira...

A ordenação apresentada segue o cânone vigente conforme o site TSPDT (como sempre por aqui).

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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

DIO (1975-1985)

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01. (1975) Rainbow - Ritchie Blackmore's Rainbow [***]
02. (1976) Rainbow - Rising (1976) [****]
03. (1977) Rainbow - On Stage LIVE 76 [****]
04. (1978) Rainbow - Long Live Rock ' n ' Roll [***]
05. (1980) Black Sabbath - Heaven and Hell [***1/2]
06. (1981) Black Sabbath - Mob Rules [***1/2]
07. (1983) Black Sabbath - Live Evil LIVE 82 [***]
08. (1983) DIO - Holy Diver [***1/2]
09. (1984) DIO - The Last In Line [***1/2]
10. (1985) DIO - Sacred Heart [***]

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RAINBOW:

Vocais: Ronnie James Dio (01-04).
Guitarras: Ritchie Blackmore (01-04).
Baterias: Gary Driscoll (01) , Cozy Powell (02-04).
Teclados: Micky Lee Soule (01) , Tony Carey (02-03) , David Stone (04).
Baixos:  Craig Gruber (01) ,  Jimmy Bain (02-03) , Bob Daisley (04).

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BLACK SABBATH:

Vocais: Ronnie James Dio (05-07).
Guitarras: Tony Iommi (05-07).
Baixos: Geezer Butler (05-07).
Baterias: Bill Ward (05) , Vinny Appice (06-07).
Teclados: Geoff Nicholls (05-07).

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DIO:


Vocais: Ronnie James Dio (08-10).
Guitarras: Vivian Campbell (08-10).
Baixos: Jimmy Bain (08-10).
Baterias: Vinny Appice (08-10).
Teclados: Claude Schnell  (08-10).

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

STAR TREK VERSUS STAR WARS NO CINEMA (O CASO WARS)

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 STAR TREK VERSUS STAR WARS NO CINEMA (O CASO WARS)

Para fazer tal comparação vamos examinar primeiro os filmes de Cinema de cada franquia tomando como referência o site TSPDT ( www.theyshootpictures.com ) que enfatiza o trabalho dos diretores... Ele constrói Estatísticas baseadas em uma infinidade de listas de conhecedores da Sétima Arte desde Acadêmicos até profissionais da indústria, especialmente diretores... Sua base de dados é massiva e robusta.

Eis os números correspondentes a STAR WARS no Cinema...


COMENTÁRIOS:

* Os outros filmes não são sequer citados ou estão para além da marca dos 10.000.

* A New Hope bate com folga The Empire Strikes Back ao contrário do consenso dentro do respectivo fandom (ambos e apenas eles moram no TOP1000 do TSPDT).

* Return of the Jedi mostra claro envelhecimento e já mora (aparentemente estagnado!) MUITO LONGE desses dois primeiros filmes.

* Revenge of the Sith (por outro lado) mostra uma aparente marcha (redentória?) para o topo  e já claramente passou Return of the Jedi nesse curso.

* The Last Jedi (curiosamente o favorito desta Castanha) cresceu muito (em reconhecimento) nos últimos anos. Onde poderá chegar? A desconexão TOTAL com o resto da sua respectiva trilogia vai permitir isso?

(The Last Jedi é um filme difícil para o típico fã de Star Wars... Podemos inclusive fazer o argumento de que ele não é sequer um filme de Star Wars mas sim um filme que largamente usa metalinguagem para falar sobre Star Wars... Posto isso, para possibilitar um maior reconhecimento no futuro, ele deverá ser criticamente e/ou conceitualmente desconectado da sua própria trilogia e da sua própria franquia.)
 
* Attack Of The Clones já parece rumar para o limbo do esquecimento.
 
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STAR TREK VERSUS STAR WARS NO CINEMA (O CASO TREK)

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 STAR TREK VERSUS STAR WARS NO CINEMA (O CASO TREK)

Para fazer tal comparação vamos examinar primeiro os filmes de Cinema de cada franquia tomando como referência o site TSPDT ( www.theyshootpictures.com ) que enfatiza o trabalho dos diretores... Ele constrói Estatísticas baseadas em uma infinidade de listas de conhecedores da Sétima Arte desde Acadêmicos até profissionais da indústria, especialmente diretores... Sua base de dados é massiva e robusta.

Eis os números correspondentes aos filmes de STAR TREK para o Cinema...


COMENTÁRIOS:
 
* Os demais filmes ou não são citados, ou estão para além da posição 10.000.
 
* Star Trek II: The Wrath of Khan parece operar em um outro nível de reconhecimento em relação ao restante da marca no Cinema... Pela nossa experiência, o "Olimpo" do TSPDT é atingido na faixa 1-2.500, o que só enfatiza o grande destaque de "Khan" dentro da franquia cinematográfica de Star Trek...

* Star Trek 2009 (o primeiro da sua era) mostra ainda uma resiliência residual que nos surpreende.

* Star Trek I: The Motion Picture idem (será pelo maior peso do nome de Wise na cinefilia?).
 
* No presente contexto, Wise é o único dentre os diretores com filmes no TOP1000 do TSPDT.

* As posições a partir de 10.000 já passam com certeza dos limites do algoritmo do TSPDT. O uso ótimo de tais dados parece ser mesmo até 5.000.

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sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

FOR ALL MANKIND S4 (2023)

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01 Glasnost [**1/2]
02 Have a Nice Sol [**1/2]
03 The Bear Hug [**1/2]
04 House Divided [**1/2]
05 Goldilocks [**1/2]
06 Leningrad [***]
07 Crossing the Line [***]
08 Legacy [***]
09 Brazil [***]
10 Perestroika [****]

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terça-feira, 9 de janeiro de 2024

MARTIN SCORSESE (1973-1995)(*)

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(...)
1973 Mean Streets [****] GF1000
1974 Alice Doesn't Live Here Anymore [****]
GF1500
1976 Taxi Driver
[****] GF1000
1977 New York, New York [****] GF1000
1978 The Last Waltz [***] GF2500
1980 Raging Bull [****] GF1000
1982 The King of Comedy [****] GF1000
1985 After Hours [****] GF1000
1986 The Color of Money [**]
GF4500
1988 The Last Temptation of Christ
[****] GF1000
1990 Goodfellas [****] GF1000
1991 Cape Fear [**]
GF4500
1993 The Age of Innocence
[****] GF1000
1995 Casino [****] GF1000
(...)

(*) Filmografia selecionada!

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WOODY ALLEN (1969-1992)(*)

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1969 Take the Money and Run [***1/2] GF2000
1971 Bananas [**1/2]
GF4500
1972 Everything You Always Wanted to Know About Sex [**]
1973 Sleeper [***] 
GF2500
1975 Love and Death [***1/2]
GF1500
1977 Annie Hall [****] GF1000
1978 Interiors [***1/2] GF2500
1979 Manhattan [****]
GF1000
1980 Stardust Memories [***/2]  GF1500
1982 A Midsummer Night's Sex Comedy [*]
1983 Zelig [****] 
GF1000
1984 Broadway Danny Rose [****]  GF1000
1985 The Purple Rose of Cairo [****]  GF1000
1986 Hannah and Her Sisters [****]  GF1000
1987 Radio Days [***1/2]  GF2000
1987 September [*]
1988 Another Woman [***1/2]
GF2500
1989 Crimes and Misdemeanors [****] 
GF1000
1990 Alice [**]
1991 Shadows and Fog [**]
1992 Husbands and Wives [****] 
GF1000
(...)

(*) Filmografia selecionada!


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sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

ALFRED HITCHCOCK (1940-1964)(*)

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(1940) Rebecca [****] GF1000
(1940) Foreign Correspondent [***] GF2500
(...)
(1943) Shadow of a Doubt [****]
GF1000
(...)
(1946) Notorious [****]
GF1000
(...)
(1948) Rope [****]
GF1000
(1949) Under Capricorn [***] GF2500
(...)
(1951) Strangers on a Train [****]
GF1000
(...)
(1954) Rear Window [****]
GF1000
(...)
(1956) The Wrong Man [****]
GF1000
(1958) Vertigo [****]
GF1000
(1959) North by Northwest [****]
GF1000
(1960) Psycho [****]
GF1000
(1963) The Birds [****]
GF1000
(1964) Marnie [****]
GF1000
(...)

(*) Filmografia selecionada!

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FRANCIS COPPOLA (1972-1992)(*)

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(...)
(1972) The Godfather I [****] GF1000
(1974) The Conversation [****]
GF1000
(1974) The Godfather II [****] GF1000
(1979) Apocalypse Now [****] GF1000 
(1982) One From The Heart [***] GF2000 
(1983) The Outsiders [***] GF3000
(1983) Rumble Fish [****] GF1000
(...)
(1990) The Godfather  III [****] GF1000
(1992) Bram Stoker's Dracula [***1/2] GF1500
(...)
 
(*) Filmografia selecionada!

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quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

ARTISTAS PESADOS

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01 - (1970-1982) Black Sabbath (OZZY+DIO)
02 - (1970-1978) Ritchie Blackmore (DEEPPURPLE+RAINBOW)
03 - (1970-1973) Wishbone Ash
04 - (1973-1978) Queen
05 - (1974-1979) Thin Lizzy
06 - (1974-1984) Gary Moore (THINLIZZY+COLOSSEUMII+THIN LIZZY+SOLO)
07 - (1974-1984) Michael Schenker (UFO+SCORPIONS+MSG)
08 - (1974-2016) Uli Jon Roth (SCORPIONS+ELECTRICSUN+SOLO)
09 - (1974-1990) Judas Priest
10 - (1975-1985) Ronnie James Dio (RAINBOW+BLACKSABBATH+DIO)
11 - (1977-1983) Motorhead
12 - (1979-1984) Saxon
13 - (1979-1986) Accept
14 - (1980-1983) Diamond Head
15 - (1980-1988) Iron Maiden
16 - (1980-1995) Ozzy Osbourne
17 - (1982-1988) Manowar
18 - (1982-1989) King Diamond (MERCYFULFATE+KINGDIAMOND)
19 - (1983-1991) Metallica
20 - (1983-1991) Slayer
21 - (1984-1993) Anthrax
22 - (1984-2000) Kai Hansen (HELLOWEEN+GAMMARAY)
23 - (1984-2007) Trouble
24 - (1985-1994) Megadeth
25 - (1988-1996) Soundgarden
26 - (1988-) Steve Di Giorgio (DEATH+CD+MEGADETH+QUOVADIS+SADUS+TESTAMENT)
27 - (1989-1997) Faith No More
28 - (1990-1995) Alice In Chains
29 - (1990-2000) Pantera
30 - (1990-) Alex Webster (CANNIBAL CORPSE+BLOTTED SCIENCE+CONQUERING DYSTOPIA)
31 - (1991-1999) Chuck Schuldiner (DEATH+CONTROLDENIED)
32 - (1991-2021) Meshuggah
33 - (1991-2021) Michael Amott (CARCASS+ARCHENEMY)
34 - (1993-2014) Sean Malone (CYNIC+OSI+GORDIANKNOT)
35 - (1998-2005) System of a Down
37 - (2002-2021) Mastodon

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ITEM A ITEM:

01 - (1970-1982) Black Sabbath (OZZY + DIO). Com Ozzy o Sabbath criou o Heavy Metal e com Dio ele ganhou uma miraculosa/inesperada sobrevida tornando-se capaz de competir na época com o Priest e a NWOBHM... A versão com Ozzy é mais pura e única e a com Dio é mais funcional e consistente... Dio é um vocalista muito superior a Ozzy (E não tenham dúvidas disso!)... Abundam perguntas obviamente : Como Ozzy não foi chutado da banda antes do que foi? Como a banda pode perder Dio por motivos tão idiotas durante a mixagem do álbum ao vivo Live Evil?

Iommi, Butler, Ward, Ozzy e Dio são TODOS deuses do estilo, obviamente.

02 - (1970-1978) Ritchie Blackmore (DEEP PURPLE + RAINBOW). A importância do "Homem de Preto" (TM) para a música pesada não pode ser exagerada (um dos melhores guitarristas de todos os tempos)... Aqui chamamos o Purple de Hard Rock e o Rainbow de precursor do Power Metal Europeu (na linha de Malmsteen e Stratovarius por exemplo)... O mítico encontro do trio Blackmore+Dio+Powell no Rainbow influencia geração após geração de músicos pesados até os dias de hoje.

03 - (1970-1973) Wishbone Ash. Banda excelente e muito pouco conhecida. As guitarras gêmeas de Powell e Turner são deveras vanguardistas e influenciam artistas pesados desde então (quer esses novos artistas se deem conta disso ou não).

04 - (1973-1978) Queen. Brian May não é tão valorizado, quanto deveria, para além das suas composições, arranjos e orquestrações (um dos melhores guitarristas de todos os tempos). Falamos dos seus riffs e solos de guitarra. Inegavelmente pesados e de indiscutível bom gosto (ouçam o recorte indicado!)... Ridiculamente influente, bandas de Power Metal dos dois lado do atlântico beberam dessa fonte (bandas como Savatage e Blind Guardian, por exemplo).

05 - (1974-1979) Thin Lizzy. Outra grande dupla de guitarristas pesados: Brian Robertson e Scott Gorham. E as infinitamente únicas canções de Phil Lynott.

06 - (1974-1984) Gary Moore (THIN LIZZY + COLOSSEUM II + THIN LIZZY + SOLO). Um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Uma pena que muitos se lembrem dele apenas como um guitarrista tentando (sem muito sucesso) se estabelecer como um artista de Blues Raiz na parte final da sua carreira. Ouçam o recorte mencionado e ficará claro o talento de Moore, do Fusion até o Rock Pesado. Técnica, atitude e emoção abundam música após música.

07 - (1974-1984) Michael Schenker (UFO + SCORPIONS + MSG). Um dos maiores guitarristas de todos os tempos no seu recorte clássico. Mestre da melodia e do bom gosto. Tremendamente influente.

08 - (1974-2016) Uli Jon Roth (SCORPIONS + ELECTRIC SUN + SOLO). Um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Padrinho do estilo neoclássico no rock pesado. Um maestro que sempre procurou progressivamente posicionar a sua guitarra (projetada e construída por ele) em uma banda de metal como a um violino em uma orquestra. Lendário!

09 - (1974-1990) Judas Priest. Se o Black Sabbath criou o Heavy Metal, foi o Priest que o formatou e lhe deu vida própria para além de uma fórmula de blues distorcidos... A maior dupla de guitarristas pesados de todos os tempos: K.K. Downing & Glenn Tipton... O maior vocalista pesado de todos os tempos: Rob Halford... Talvez Tipton seja o segundo artista mais influente de todo o rock pesado, atrás apenas de Iommi... Massiva influencia no visual das bandas pesadas até os dias de hoje... Primeira banda a abraçar o termo "Heavy Metal" como a um distintivo de honra... Difícil existir uma banda com uma pegada tão grande e tão profunda no estilo.

"Se um dia você se esquecer do que é Heavy Metal basta lembrar da imagem do infinitamente carismático Tipton solando a sua guitarra (ou do agudo infinitamente cortante de Halford). Essa é uma (ou duas) das possíveis respostas."
 
10 - (1975-1985) Ronnie James Dio (RAINBOW + BLACK SABBATH + DIO). Dio é um dos deuses do metal... Ajudou (inconscientemente) a modelar o futuro Power Metal Europeu quando no Rainbow (um esforço inconsciente de todo o grupo obviamente)... Deu sobrevida E VIDA ao Black Sabbath na virada para os anos de 1980... Teve uma brilhante carreira solo até cometer o seu pior erro profissional: despedir o excelente guitarrista Vivian Campbell... A partir daí nunca foi capaz de sequer tocar no seu sucesso desses aproximados 10 anos do recorte mencionado.

11 - (1977-1983) Motorhead. Lemmy é um dos deuses do metal. MotorHead é uma banda imensamente influente, carismática, simpática e com atitude única. Definitivamente única.
 
No recorte 1976-1979, Priest, Rainbow e Head trabalharam intensamente (cada um ao seu modo) no desenvolvimento de composições com dois bumbos de bateria, o que levaria futuramente a diversos sabores de Power Metal, ao Thrash Metal e dai a diversas formas de Metal Extremo.

12 - (1979-1984) Saxon. No balanço AC/DC + Priest definitivamente tende mais para a primeira banda. Bela dupla de guitarristas e um senhor vocalista... Uma trilogia de discos clássicos cimentou a sua reputação como uma das maiores de todos os tempos (apesar da sua popularidade ser relativamente pequena frente a sua inegável qualidade e importância).

13 - (1979-1986) Accept. No balanço AC/DC + Priest definitivamente tende mais para a segunda banda (tendência obviamente filtrada pela boa e velha escola metálica alemã). Incrível guitarrista Wolf Hoffmann (na linha de Schenker/Roth). Lendária pentalogia de álbuns clássicos. Outro marco no desenvolvimento do Power Metal e além.

14 - (1980-1983) Diamond Head. O baterista Lars Ulrich do Metallica disse certa vez que foi apenas preciso colocar "Two Heads Together" para forjar o estilo da sua banda alguns anos depois. As tais duas cabeças viriam então da soma "MotorHead + DiamondHead". Explicações adicionais (sobre o DH) são desnecessárias a partir disso.

15 - (1980-1988) Iron Maiden. Lendária dupla de guitarristas (Murray & Smith). Lendários dois bateristas que se sucederam (Burr & McBrain). Um deus do metal nos vocais (Dickinson). Outro deus do metal no baixo (Harris)... Uma heptalogia de álbuns clássicos... Steve Harris é um dos maiores compositores (E ÍCONES) pesados de todos os tempos. Até faltam adjetivos para o baixista (e líder inconteste da banda)...  

"Se um dia você se esquecer do que é Heavy Metal basta olhar para a imagem da mão direita de Harris tocando o seu baixo. Essa é uma das possíveis respostas."

16 - (1980-1995) Ozzy Osbourne. Se Dio recolocou o Sabbath no mapa do metal (contra inúmeras apostas  contrárias), então é justo atribuir A LITERAL EXISTÊNCIA de uma carreira solo de Ozzy ao mitológico guitarrista Randy Rhoads, MORTO após os dois primeiros álbuns solo do cantor, inesquecíveis obras-primas do estilo... A carreira solo de Ozzy sobreviveu apesar desse golpe infinitamente traumático, via de regra com ótimos músicos e (em particular) com estupendos guitarristas como Jake E. Lee e Zakk Wylde.

17 - (1982-1988) Manowar (CLASSIC). Mais conhecida banda de Power Metal Americano (a versão padrão do Heavy Metal apartado do blues daquele país), largamente meritória, apesar dos exageros nas sua atitudes... O seu vocalista Eric Adams é um dos melhores de todos os tempos.

18 - (1982-1989) King Diamond (MERCYFULFATE+KINGDIAMOND). A música de Diamond é (na falta de melhor terminologia) uma espécie de Heavy (Power?) Metal Progressivo (sofisticada, complexa, de gosto impecável e um tanto quanto a frente do seu tempo em 1982). Mais Heavy no Fate e mais Progressiva na carreira solo... As letras são descaradamente satânicas no Fate e beiram Contos de Horror Gótico na carreira solo (as letras no Fate inspiraram o Black Metal que viria)... A voz e o estilo de Diamond costumam desafiar o gosto de muitos fãs de Rock Pesado (por outro lado a instrumentação e as composições são via de regra elogiadas).

19 - (1983-1991) Metallica. Talvez a maior banda de Heavy Metal da História. Aqui ela entra como precursora do Thrash Metal e uma colossal influência pesada em geral (e além) a partir daí. O baixista Cliff Burton foi um deus do metal, cuja perda é sentida até os dias de hoje. O guitarrista/vocalista James Hetfield é um dos maiores compositores (E ÍCONES) pesados de todos os tempos.

"Se um dia você se esquecer do que é Heavy Metal basta olhar para a imagem da mão direita de Hetfield tocando a sua guitarra, palhetando toda e cada nota para baixo. Essa é uma das possíveis respostas."

20 - (1983-1991) Slayer. "A" banda Thrash por excelência e uma imensa influência no metal extremo que viria a seguir. Um lendário baterista (Lombardo) e uma infernal dupla de guitarristas (Hanneman & King). Incrivelmente consistentes no recorte destacado.

21 - (1984-1993) Anthrax. "A" banda de Thrash Metal da Costa Leste Americana. Diferenciada (dentro dos BIG4 do Thrash) pelo bom humor e pela sua aproximação com o HIP-HOP e com o RAP.

22 - (1984-2000) Kai Hansen (HELLOWEEN+GAMMARAY). O padrinho do Power Metal Europeu no seu recorte clássico. Um dos maiores e mais influentes compositores pesados de todos os tempos... O guitarrista Hansen é muito influenciado pelo Uriah Heep (de Ken Hensley e David Byron)

23 - (1984-2007) Trouble. Lendária banda de Doom Metal muito cara ao coração deste escriba.

24 - (1985-1994) Megadeth. Talvez a banda mais técnica (em composição e execução) dos BIG4 do Thrash (Megadeth , Metallica , Slayer e Anthrax), mas eternamente limitada pelos fracos vocais do seu líder absoluto, Dave Mustaine (ex-Metallica).

25 - (1988-1996) Soundgarden. Chris Cornell é um moderno deus do metal, um vocalista que influenciou virtualmente todas as gerações que vieram após a sua entrada no mundo do rock pesado. O estilo é definitivamente uma variante Neo-Sabbathiana, envolvente e facilmente gostável. Primeiro grande nome do Grunge a conseguir um grande contrato de gravação.

26 - (1988-) Steve Di Giorgio (DEATH+CD+MEGADETH+QUOVADIS+SADUS+TESTAMENT). Lenda viva do baixo metálico sem trastes. Eclético e com um estilo facilmente reconhecível, ele é um dos maiores ícones do estilo em todos os tempos.

27 - (1989-1997) Faith No More. Nossa opção significativa para Funk/Alternative Metal... Patton é um dos melhores vocalistas de todos os tempos... Banda sem medo de experimentar.

28 - (1990-1995) Alice In Chains. Banda mais metálica dentre as grandes do Grunge (as harmonias vocais são outro diferencial e a influência do Black Sabbath permanece inegável).

29 - (1990-2000) Pantera. "A" banda de Groove Metal... (eternas saudades dos icônicos irmãos: Darrell Lance Abbott & Vincent Paul Abbott).

30 - (1990-) Alex Webster (CANNIBAL CORPSE+BLOTTED SCIENCE+CONQUERING DYSTOPIA). Outro icônico baixista, tanto na sua (icônica) banda principal de Death Metal quanto nos seus surpreendentes projetos paralelos.

31 - (1991-1999) Chuck Schuldiner (DEATH + CONTROL DENIED). Padrinho do Death Metal, modernizou tal estilo e talvez todo o metal com uma intimidadora sequência de obras primas nos anos de 1990. Outro músico para o qual faltam adjetivos. R.I.P.

32 - (1991-2022) Meshuggah. Uma das mais vanguardistas bandas de metal do planeta em todo os tempos (Metal Extremo ou não). A abordagem é rítmica e baseada em polimetrias e polirritmias e chega a assustar inicialmente, mas quando o estranhamento passa TUDO vale a pena, pois a experiência é deveras maravilhosa!

33 - (1991-2021) Michael Amott (CARCASS + ARCH ENEMY). Amott foi um dos precursores do chamado Death Metal Melódico durante a sua passagem pelo Carcass e depois criou a sua própria banda do estilo, o Arch Enemy. Amott é muito influenciado pela escola alemã de Schenker/Roth/Hoffmann/Hansen (especialmente Schenker)... Por vários álbuns no AE, Amott fez dupla de guitarras com o seu irmão Chris (não mais na banda!), uma das melhores duplas de guitarras pesadas de todos os tempos... Outro grande atrativo do AE são os vocais extremos com vocalistas femininas, verdadeiramente um espetáculo a parte.

34 - (1993-2014) Sean Malone (CYNIC+OSI+GORDIANKNOT). Outro mestre do baixo metálico sem trastes. Sua banda Cynic, com um som que poderíamos chamar de "Death Metal Experimental", alertou, ao lado dos álbuns do Death da mesma época (entre outros), toda uma nova geração de fãs e músicos de metal para as inúmeras possibilidades ainda não exploradas dentro das suas vertentes mais extremas... Note que Paul Masvidal (guitarrista do Cynic) e Sean Reinert (baterista do Cynic) tocaram no álbum Human (1991) do Death (Com Di Giorgio lá ocupando o baixo).

35 - (1998-2005) System of a Down. Outra banda de Metal
Alternativo, agora de um período posterior ao FNM. Ela abre mão da maioria dos elementos de Funk e de Rap e aposta em uma mistura absurda (e improvável!) de Cultura do Oriente Médio com todo o vocabulário roqueiro até então, do folk ao progressivo vanguardista, do hard rock ao metal extremo... Banda adorável!

37 - (2002-2022) Mastodon. Essa banda sempre pareceu mais uma formação eclética (letras de Hardcore Punk , psicodelia , ácido , progressivo , alternativo etc.) operando sobre um núcleo de Doom Metal do que um grupo de Prog Metal propriamente dito. Por isso Mastodon consta nessa lista e não na de PROG... Dito isso, uma grande banda, que não costuma se acomodar e nem fazer disco ruim.

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MENÇÕES AO HARD ROCK:

(1967-1993) Carmine Appice: Incluindo recortes de Vanila Fudge , Cactus , Beck&Bogert&Appice e Blue Murder. Um dos bateristas pesados mais influentes de todos os tempos nos seus principais trabalhos;

(1969-1971) Humble Pie: Steve Marriott + Peter Frampton ; Excepcional dupla de vozes, ambos subvalorizados!

(1969-1979) Led Zeppelin:
 Uma das maiores e mais influentes bandas de rock de todos os tempos; 

(1969-1982) Paul Rodgers (FREE + BAD COMPANY): Um dos melhores vocalistas pesados de todos os tempos no seu melhor recorte;

(1975-1982) Heart: Vivas para a melhor vocalista pesada feminina de todos os tempos: Ann Wilson;

(1976-1981) AC/DC: Para muitos (e em um certo sentido) a maior banda de rock and roll de todos os tempos...

(1978-1983) Journey: Banda polêmica com certeza... Mas é inegável que Perry é um dos melhores vocalistas pesados de todos os tempos (apesar de ele ter por maior inspiração o lendário cantor de soul Sam Cooke).

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MENÇÕES AO FUNK METAL (METAL ALTERNATIVO?):

Atenção crucial aos baixistas:

Flea: (1989-2006) Red Hot Chili Peppers;

Muzz Skillings & Doug Wimbish: (1988-1993) Living Colour;

Les Claypool: (1989-2018) Primus;

Tim Commerford: (1992-2000) Rage Against the Machine.

(Billy Gould do FNM também é um excelente baixista de Funk Metal.)

(Robert Trujillo do Metallica também é um excelente baixista de Funk Metal.)

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OUTRA MENÇÃO HONROSA:

(1995-2023) Symphony X: Contando o "X" como Power Metal ou como Power Metal Progressivo, não existe dúvida de que Russell Allen é um dos melhores vocalistas pesados de todos os tempos.

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OUTRA MENÇÃO HONROSA:

(1996-2023) Billy Sheehan: Um dos melhores baixistas de todos os tempos, em um recorte não tão pesado assim (Niacin , Explorers Club , Bozzio & Sheehan , The Winery Dogs , Sons Of Apollo).
 
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

RICK AND MORTY S7 (2023)

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01 How Poopy Got His Poop Back [*]
02 The Jerrick Trap [**1/2]
03 Air Force Wong [**]
04 That's Amorte [***1/2]
05 Unmortricken [****]
06 Rickfending Your Mort [***]
07 Wet Kuat Amortican Summer [**]
08 Rise of the Numbericons: The Movie [ZERO ESTRELA]
09 Mort: Ragnarick [***]
10 Fear No Mort [****]
 
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sexta-feira, 15 de dezembro de 2023

WONG KAR-WAI (1988-)

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1988 As Tears Go By [***] GF3500
1990 Days of Being Wild [****]
GF1000
1994 Ashes of Time [****] GF1000
1994 Chungking Express [****] GF1000
1995 Fallen Angels [****] GF1000
1997 Happy Together [****] GF1000
2000 In the Mood for Love [****] GF1000
2004 2046 [****] GF1000
2013 The Grandmaster [***]
GF2500

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DAVID FINCHER (1992-)

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1992 Alien³ [**]
1995 Se7en [****] GF1000
1997 The Game [***1/2]
GF3000
1999 Fight Club [****]
GF1000
2002 Panic Room [**]
2007 Zodiac [****]
GF1000
2008 The Curious Case of Benjamin Button [**] GF4500
2010 The Social Network [****]
GF1000
2011 The Girl with the Dragon Tattoo [**]
2014 Gone Girl [****]
GF1500
2020 Mank [**]
2023 The Killer [**1/2]

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

NOVA ONDA FRANCESA (1958-1980)

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001. The Mad Masters (Jean Rouch , 1955) GF1000
002. Night and Fog (Alain Resnais , 1955) 
GF1000
003. And God Created Woman (Roger Vadim , 1956)
GF1000
004. Letter From Siberia (Chris Marker , 1957) GF1000

005. Elevator to the Gallows (Louis Malle , 1958)
GF1000
006. I, a Negro (Jean Rouch , 1958) GF1000
007. The Lovers (Louis Malle , 1958)  GF1000
008. The 400 Blows (François Truffaut , 1959) GF1000
009. Hiroshima mon amour (Alain Resnais , 1959) GF1000
010. The Sign Of Leo (Eric Rohmer , 1959) GF1000
011. Breathless (Jean-Luc Godard , 1960) GF1000
012. Eyes Without a Face (Georges Franju , 1960) GF1000
013. Shoot the Piano Player (François Truffaut , 1960) GF1000
014. Chronicle of a Summer (Jean Rouch & Edgar Morin , 1961) GF1000
015. Last Year at Marienbad (Alain Resnais , 1961) GF1000
016. Lola (Jacques Demy , 1961) GF1000
017. A Woman Is a Woman (Jean-Luc Godard , 1961) GF1000
018. Cléo from 5 to 7 (Agnès Varda , 1962) GF1000
019. The Pier (Chris Marker , 1962) GF1000
020. Jules and Jim (François Truffaut , 1962) GF1000
021. To Live Her Life: A Film in 12 Scenes (Jean-Luc Godard , 1962) GF1000
022. Contempt (Jean-Luc Godard , 1963) GF1000
023. Muriel (Alain Resnais , 1963) GF1000
024. The Fire Within (Louis Malle , 1963) GF1000
025. Judex (Georges Franju , 1963) GF1000
026. Bay Of Angels (Jacques Demy , 1963) GF1000
027. Band of Outsiders (Jean-Luc Godard , 1964) GF1000
028. The Umbrellas of Cherbourg (Jacques Demy , 1964) GF1000
029. Alphaville (Jean-Luc Godard , 1965) GF1000
030. Happiness (Agnès Varda , 1965) GF1000
031. Pierrot the Fool (Jean-Luc Godard , 1965) GF1000
032. Masculine Feminine: 15 Specific Events (Jean-Luc Godard , 1966) GF1000
033. 2 or 3 Things I Know About Her (Jean-Luc Godard , 1967) GF1000
034. Weekend (Jean-Luc Godard , 1967) GF1000
035. The Young Girls of Rochefort (Jacques Demy , 1967) GF1000
036. The Collector (Eric Rohmer , 1967) GF1000
037. Crazy Love (Jacques Rivette , 1968) GF1000
038. Naked Childhood (Maurice Pialat , 1968) GF1000
039. Stolen Kisses (François Truffaut , 1968) GF1000
040. I Love You, I Love You (Alain Resnais , 1968)
041. My Night at Maud's (Eric Rohmer , 1969) GF1000
042. The Unfaithful Wife (Claude Chabrol , 1969) GF1000
043. The Butcher (Claude Chabrol , 1970) GF1000
044. Claire's Knee (Eric Rohmer , 1970) GF1000
045. The Wild Child (François Truffaut , 1970) GF1000
046. Out 1 (Jacques Rivette , 1971) GF1000
047. Two English Girls (François Truffaut , 1971) GF1000
048. Out 1: Spectre (Jacques Rivette , 1972) GF1000
049. Chloe in the Afternoon (Eric Rohmer , 1972) GF1000
050. Day for Night (François Truffaut , 1973) GF1000
051. The Mother and the Whore (Jean Eustache , 1973) GF1000
052. Céline and Julie Go Boating (Jacques Rivette , 1974) GF1000
053. My Little Loves (Jean Eustache , 1974) GF1000
054. Lucien Lacombe (Louis Malle , 1974) GF1000
055. Stavisky (Alain Resnais , 1974) GF1000
056. India Song (Marguerite Duras , 1975) GF1000
057. Number Two (Jean-Luc Godard , 1975) GF1000
058. Duel (Jacques Rivette , 1976) GF1000
059. The Marquise of O (Eric Rohmer , 1976) GF1000
060. Providence (Alain Resnais , 1977) GF1000
061. A Grin Without a Cat (Chris Marker , 1977) GF1000
062. Perceval the Welshman (Eric Rohmer , 1978) GF1000
063. My American Uncle (Alain Resnais , 1980) GF1000
064. Every Man for Himself  (Jean-Luc Godard , 1980)  GF1000
065. Atlantic City (Louis Malle , 1980) GF1000

066. The Woman Next Door (François Truffaut , 1981)
GF1000
067. My Dinner With Andre (Louis Malle , 1981)
068. Passion (Jean-Luc Godard , 1982) GF1000
069. Sunless (Chris Marker , 1983) GF1000
070. To Our Loves (Maurice Pialat , 1968) GF1000
071. Vagabond (Agnès Varda , 1985) GF1000
072. Hail Mary (Jean-Luc Godard , 1985) GF1000
073. The Green Ray (Eric Rohmer , 1986) GF1000
074. Au Revoir Les Enfants (Louis Malle , 1987) GF1000
075. Van Gogh (Maurice Pialat , 1991) GF1000
076. The Beautiful Troublemaker (Jacques Rivette , 1991) GF1000
077. The Last Bolshevik (Chris Marker , 1993) GF1000
078. The Gleaners & I (Agnès Varda , 2000) GF1000
079. In Praise Of Love (Jean-Luc Godard , 2001) GF1000
 
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OBSERVAÇÃO: Estamos supondo (arbitrariamente) que a Nova Onda Francesa (NOF) vai de 1958 até 1980 aproximadamente (indo do fim do Recorte Clássico do Filme NOIR até o fim da Nova Onda Americana aproximadamente). Filmes aqui mencionados fora dessa faixa (1958-1980) assim o foram para melhor representar as obras de alguns cineastas da NOF... Alguns leitores poderão também achar interessante estudar o recorte: 1958-1967... Outros excelentes filmes franceses são mencionados na nossa lista de filmes NOIR.
 
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